O nosso Ricardo Fortunato à vezes tem o poder de fazer coisas "mágicas". Este vídeo é a prova disso.
Tenho o prazer de apresentar os Finalistas de Jornalismo 2008/2009!!!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
The heart of the matter
"Na vida só uma coisa é certa além da morte e dos impostos. Não importa o quanto tentamos, não importa se as nossas acções são boas...eventualmente, vamos errar. Vamos magoar alguém. Vamos magoar-nos. E se algum dia quisermos recuperar só há uma coisa que podemos dizer......Perdoar e esquecer. É o que se diz. É um bom conselho, mas não é muito prático. Quando alguém nos magoa, nós queremos magoá-lo. Quando alguém erra connosco, nós queremos estar certos. Sem perdão, problemas antigos nunca estão resolvidos, velhas feridas nunca curam e o máximo que podemos esperar é que um dia consigamos esquecer".
Obama toma posse como presidente dos EUA
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Ano novo, vida velha - O síndroma do bom português
O ano começa com mais do mesmo: crise económica. É notícia em todos os órgãos de comunicação social, na mensagem de Ano Novo do Presidente da República. Eu só me pergunto: e novidades? A verdade é que eu já não me lembro de Portugal não estar em crise.
Simon Johnson economista-chefe do FMI diz que “nenhum país escapará ao abrandamento económico” e por isso os portugueses vão diluindo a sua crise na crise dos outros. O economista recusa-se a falar de crise. Nos Estados Unidos não, está claro. Por cá “crise” é a palavra de ordem desde…sempre. A economia portuguesa já estava mal antes do ataque às torres gémeas em Setembro de 2001.
No ano seguinte Portugal conseguiu a medalha de ouro no maior défice orçamental da Europa. Em 2003 Manuela Ferreira Leite, então Ministra das Finanças pede contenção e em 2004, surpreendemente, a crise agrava-se.
Com uma democracia frágil, um Governo que só pensa em Magalhães e em ano de eleições, os portugueses não têm de se assustar. Recessões, crescimentos abaixo dos 2%, endividamentos e défices astronómicos são os pratos preferidos dos portugueses. Nesta mudança de ano até eu podia ter substituído a Maya no programa “Fátima” e ler o tarot para o ano que agora começa. Para todos os signos do zoodíaco: “um 2009 tranquilo, sem surpresas ou alterações significativas na sua boa vida de português. A boa amiga e companheira crise estará sempre do seu lado. Pode contar com a sua cumplicidade e presença, porque os astros nunca o deixam ficar mal”.
Simon Johnson economista-chefe do FMI diz que “nenhum país escapará ao abrandamento económico” e por isso os portugueses vão diluindo a sua crise na crise dos outros. O economista recusa-se a falar de crise. Nos Estados Unidos não, está claro. Por cá “crise” é a palavra de ordem desde…sempre. A economia portuguesa já estava mal antes do ataque às torres gémeas em Setembro de 2001.
No ano seguinte Portugal conseguiu a medalha de ouro no maior défice orçamental da Europa. Em 2003 Manuela Ferreira Leite, então Ministra das Finanças pede contenção e em 2004, surpreendemente, a crise agrava-se.
Com uma democracia frágil, um Governo que só pensa em Magalhães e em ano de eleições, os portugueses não têm de se assustar. Recessões, crescimentos abaixo dos 2%, endividamentos e défices astronómicos são os pratos preferidos dos portugueses. Nesta mudança de ano até eu podia ter substituído a Maya no programa “Fátima” e ler o tarot para o ano que agora começa. Para todos os signos do zoodíaco: “um 2009 tranquilo, sem surpresas ou alterações significativas na sua boa vida de português. A boa amiga e companheira crise estará sempre do seu lado. Pode contar com a sua cumplicidade e presença, porque os astros nunca o deixam ficar mal”.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
O ofício do Jornalismo

Em 3 curtas entrevistas, o autor relembra a essência, a alma e a paixão do jornalismo.
Os Cínicos não servem para este ofício - Conversas sobre o Bom Jornalismo
Ryszard Kapuscinski
(traduzido do italiano por Sandra Escobar)
O estranho nome do escritor polaco pode não ser fácil de memorizar, mas obras como “O Imperador”, “Ébano”, ou “Império”, fizeram de Ryszard Kapuscinski (n. 1932) um dos principais autores contemporâneos.
Nesta obra, o repórter aborda os problemas que surgiram no jornalismo e no mundo dos meios de comunicação. Em 3 entrevistas onde o escritor e jornalista está do outro lado do microfone, o leitor é levado numa viagem pelo longo percurso profissionsal de Kapuscinski. Além do trajecto do autor, dos requisitos para ser jornalista, somos também contemplados com a sua visão do papel dos jovens no mundo actual e o facto de os jornalistas “envelhecerem rapidamente”.
Apesar de o título parecer altivo, para Kapuscinski a questão é fácil: “a nossa profissão não pode ser perfeitamente exercida por alguém que seja cínico. Há que distinguir o seguinte: uma coisa é sermos cépticos, realistas e prudentes, o que é absolutamente necessário, senão não podíamos fazer jornalismo; outra coisa completamente diferente é sermos cínicos, uma atitude incompatível com a profissão do jornalista”.
O ritmo fluido e a linguagem simples do primeiro capítulo fazem o leitor entrar numa “conversa” interessante com o autor, que se dissipa na segunda entrevista. Apesar da paixão com que Kapuscinski fala das suas histórias em África, o discurso é mais maçudo e pode conduzir à desistência da leitura. Para aqueles que se aventuram ao terceiro capítulo, o esforço é recompensado com “O Conto num dente de alho”. O debate com John Berger, escritor e crítico de arte, propicia uma discussão entre os diferentes tipos de escrita dos dois autores.
Para jornalistas, estudantes e apaixonados da área uma obra imprescindível.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Público.pt ganha prémio de excelência em ciberjornalismo
Dossiê "Prostituição no Porto" do JPN vence o galardão Ciberjornalismo Académico.
O Observatório de Ciberjornalismo da Universidade do Porto distinguiu esta sexta-feira o que de melhor Portugal produz no jornalismo online. O júri atribuiu ao Público.pt o prémio "Excelência Geral em Ciberjornalismo".
O dossiê "Prostituição no Porto", da autoria de Bárbara Oliveira e Marisa Pinho, publicado no JPN, venceu na categoria Ciberjornalismo Académico.
Os prémios foram atribuídos pelo Obciber, o Observatório de Ciberjornalismo do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação, das universidades do Porto e de Aveiro.
Lista completa dos Vencedores:
Excelência geral em ciberjornalismo:
jornal «Público» (prémio da exclusiva responsabilidade do júri);
- Breaking News:
jornal «Público» com o assalto ao BES;
- Reportagem Multimédia:
«Jornal de Notícias» com a reportagem «A Morte Lenta do Gelo Eterno»;
- Videojornalismo:
PortugalDiário com «O Lugar onde o morto matou o vivo»;
- Infografia digital:
jornal «Sol» com infografia sobre o assalto ao BES;
- Ciberjornalismo académico:
JornalismoPortoNet com «Prostituição no Porto».
JPN
O Observatório de Ciberjornalismo da Universidade do Porto distinguiu esta sexta-feira o que de melhor Portugal produz no jornalismo online. O júri atribuiu ao Público.pt o prémio "Excelência Geral em Ciberjornalismo".
O dossiê "Prostituição no Porto", da autoria de Bárbara Oliveira e Marisa Pinho, publicado no JPN, venceu na categoria Ciberjornalismo Académico.
Os prémios foram atribuídos pelo Obciber, o Observatório de Ciberjornalismo do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação, das universidades do Porto e de Aveiro.
Lista completa dos Vencedores:
Excelência geral em ciberjornalismo:
jornal «Público» (prémio da exclusiva responsabilidade do júri);
- Breaking News:
jornal «Público» com o assalto ao BES;
- Reportagem Multimédia:
«Jornal de Notícias» com a reportagem «A Morte Lenta do Gelo Eterno»;
- Videojornalismo:
PortugalDiário com «O Lugar onde o morto matou o vivo»;
- Infografia digital:
jornal «Sol» com infografia sobre o assalto ao BES;
- Ciberjornalismo académico:
JornalismoPortoNet com «Prostituição no Porto».
JPN
"Não existe jornalismo do cidadão", defende professor João Canavilhas

Professor da UBI encerrou o primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.
A expressão "jornalismo do cidadão" adoptada pela maioria dos órgãos de comunicação social "é ridícula", defende João Canavilhas, professor da Universidade da Beira Interior e jornalista. O investigador prefere chamar-lhe "participações do cidadão" e não vê diferenças entre elas e as tradicionais cartas dos leitores para que se justifique o rótulo "jornalismo do cidadão".
No final do primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo, Canavilhas defendeu a necessidade de uma nova linguagem e uma adaptação a este novo meio que é a Internet. A grande maioria dos vídeos que são publicados nos jornais online não seguem "a linguagem online, são apenas a adaptação das outras linguagens a esta”.
Segundo o autor, as características da Internet trazem consequências para o jornalismo, mas também para o jornalista. Se, por um lado, os media online têm de responder à ânsia de informação por parte dos leitores, que "querem saber cada vez mais sobre os mais variados temas", vão existir jornalistas a trabalhar para várias plataformas e com várias tarefas ao mesmo tempo.
Estas novas actividades do jornalista vão conduzir também a uma maior autonomia do profissional da comunicação. Surgem novas linguagens informáticas e diversos percursos de leitura.
Na opinião de Canavilhas, "os jovens lêem cada vez menos" e o jornalista deve estar preparado para produzir conteúdos para novos suportes, como os telemóveis ou as consolas portáteis.
JPN
"A imprensa não vai desaparecer", prevê Rámon Salaverría

Convergência foi a palavra de ordem no primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.
A convergência nos meios de comunicação no contexto actual da Internet é já uma realidade em quase todo o mundo, mas os resultados da integração não são, para já, visíveis. A opinião foi expressa por Rámon Salaverría, jornalista e professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra, esta quinta-feira, no primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.
Na apresentação "Uno para todos y todos para uno? Los medios de comunicación ante la convergencia digital", Rámon Salaverría disse que convergência é "um fenómeno tendencial, um processo dinâmico", enquanto "a integração é um dos seus eventuais resultados".
"Não há uma convergência empresarial, mas parece que ela tem que existir junto dos jornalistas", criticou.
Segundo o investigador, a Internet surge como um meio capaz de integrar a imprensa, a rádio e a televisão. Esta inevitabilidade não passa pela "morte do papel". "A imprensa, como media, não vai desaparecer", mas vai perder a sua hegemonia, previu.
Para Salaverría, o importante não é o suporte, mas sim aproveitar todas as possibilidades do meio. "O jornalista é aquele que se dedica a informar e não aquele que escreve em jornais", disse, que sublinha também a tendência de produção de texto, imagem, infografia e vídeo por uma mesma redacção.
JPN
sábado, 29 de novembro de 2008
Porque a justiça funciona...
´O “saco azul” voltou à mesa dos portugueses. Fátima Felgueiras, menos morena do que quando regressou do Brasil, foi condenada a 3 anos e 3 meses de prisão com pena suspensa e perda do mandato de presidente. Na verdade, também esta última pena é suspensa…enquanto o tribunal decide sobre o recurso que a ainda presidente da Câmara Municipal de Felgueiras apresentou, a autarca continua no poder e prepara-se para ganhar as próximas eleições, claro, com maioria absoluta. Da sentença, Fátima Felgueiras tirou uma lição: não era necessário ter fugido para o Brasil durante dois anos e gastar, fugindo à regra, dinheiro do seu próprio “saco”. Poderia ter continuado a governar o povo que tanto a ama. Afinal, o máximo que lhe poderia acontecer era uma pena suspensa e ninguém procura exílio por crimes que não são punidos com pena efectiva.
Ainda assim nem tudo foi em vão. Além de óptimas tardes de praia com muito samba e caipirinha à mistura, com o estagio que fez no Brasil, em Fevereiro, a autarca poderá vir a ser a próxima rainha do carnaval da Madeira, ao lado de Alberto João Jardim, rei do carnaval e do povo madeirense, tanto quanto Fátima Felgueiras é a diva do povo de Felgueiras.
“A justiça funciona”. Palavras da autarca. Valha-nos isso! Somos humilhados ao perder por 6-2 com o Brasil, os bancos abrem falência, vivemos uma profunda crise económica, mas a justiça funciona! Melhor dizendo, a revisão do Código Penal funciona e serviu muito os interesses da autarca. Se o julgamento tivesse ocorrido antes de Setembro de 2007, Fátima Felgueiras teria cumprido pena na prisão. É que até ao ano passado só podiam ser suspensas as penas de prisão inferiores a três anos, mas o diploma aprovado pela Assembleia da República elevou até cinco anos o limite das sanções que podem ser suspensas. Querendo mostrar a todos os portugueses a eficácia da justiça portuguesa, Fátima “Vedeta” Felgueiras deu uma conferência de imprensa logo após a leitura da sentença como se de uma inocente se tratasse.
O juiz-presidente considerou que grande parte dos factos foi provada, que houve entregas de dinheiro na conta paralela do PS e que os pagamentos efectuados pela Câmara Municipal de Felgueiras à empresa Resin foram baseados em concursos e contratos simulados. Ainda assim, o colectivo de juízes entendeu que a acusação não conseguiu provar que daquelas situações tivesse resultado um efectivo prejuízo para o município. Sim, a justiça funciona!
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Medo do escuro...
"Quando somos pequenos a noite é assustadora porque há monstros escondidos debaixo da cama. Quando crescemos os monstros são diferentes...
Dúvida.
Solidão.
Arrependimento.
Embora cresçamos e nos tornemos mais inteligentes, ainda temos medo do escuro.
Dormir. É a coisa mais simples de fazer. Apenas...fechamos os olhos. Mas, para muito de nós o sono parece estar fora de alcance. Queremos, mas não sabemos como o conseguir. Mas quando enfrentamos os nossos fantasmas, enfrentamos os nossos medos e pedimos ajuda, a noite não é assim tão assustadora porque percebemos que não estamos sozinhos no escuro".
Dúvida.
Solidão.
Arrependimento.
Embora cresçamos e nos tornemos mais inteligentes, ainda temos medo do escuro.
Dormir. É a coisa mais simples de fazer. Apenas...fechamos os olhos. Mas, para muito de nós o sono parece estar fora de alcance. Queremos, mas não sabemos como o conseguir. Mas quando enfrentamos os nossos fantasmas, enfrentamos os nossos medos e pedimos ajuda, a noite não é assim tão assustadora porque percebemos que não estamos sozinhos no escuro".
in Grey's Anatomy
Temporada5, Episódio 9 ("In the midnight hour")
Temporada5, Episódio 9 ("In the midnight hour")
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Slimmy @ Pitch
Este Sábado regressei às saídas à noite com a Pipa. a "Alta Baixa:1 noite 3 casas" levou-nos até ao Pitch para ver o concerto de Slimmy.
A qualidade do vídeo não é a melhor, a Pipa a cantar também não é das coisas mais bonitas....mas é o que temos!!!!!:D
A qualidade do vídeo não é a melhor, a Pipa a cantar também não é das coisas mais bonitas....mas é o que temos!!!!!:D
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Segundinhos de tortura XII

REJUBILEM!!!!Os segundinhos de tortura estão de volta......:D :D :D
Sei k tavam cheios de saudades das piadas super secas k vou ouvindo.... tenho andado ocupada, mas agora aqui estou eu para partilhar mais algumas gargalhadas...ou então não...
O que tem duas pernas e deita muito sangue?
- Meio cão
O que faz uma forminga em cima de um microondas?
- Surf
No outro dia, em Mogadouro, houve uma trovoada tão grande, mas tão grande que em vez de cairem raios caíram diâmetros....
pk é k ha trampolins no pólo norte?
- Pro urso polar
Duas portas a conversa:
- Opa, queres ir dar uma volta?
e a outra:
- Não posso pá, tenho uma perna partida!
ao que a outra responde:
- Olha, e eu imPORTAda...
Vira-se uma bateria para uma Guitarra:
-Opá, queres ir fazer escalada logo a tarde ?
e a Guitarra:
-Opá, não posso, não tenho cordas...
Numa conversa entre duas galinhas:
diz uma:
- épa, acho que tive febre durante a noite.
e a outra:
- oh, porque?
e a outra responde:
- porque pus um ovo cozido.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
In a manner of speaking....
So in a manner of speaking
I just want to say
That like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words "
I just want to say
That like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words "
Subscrever:
Mensagens (Atom)

