quarta-feira, 7 de abril de 2010
Mais valia...
"Mais vale nunca mais crescer"
Só quando crescemos e olhamos para cima conseguimos perceber como é o mundo e como são as pessoas que vivem nele. A vida era, de facto, mais facil na Faculdade. As noitadas, os amigos, os trabalhos feitos de directa na noite anterior não deixavam antever o mundo cruel, as pessoas amargas e pequeninas que não aproveitam o dom da vida. Preferem usar o seu tempo em causas mesquinhas, cobardes...típico de pessoas, lá está, pequeninas, sem valores...fracas! Não, não são pessoas insignificantes porque lhes dedico este post, mas têm vidas insignificantes. São, na verdade infelizes e por isso merecedoras de lástima.
"Agora é a doer
Mais vale nunca
Nunca apetecer
Mais vale nada
Nunca escolher
Mais vale nunca mais crescer"
quinta-feira, 25 de março de 2010
O Barras fEz 3 anos

Ando tão desligada que até me esqueci do aniversário do Barras...
Foi a 12 de março de 2007
"eram as 16h30 min na sala 5 da aula de online!!!! e dizia o Prof. Hélder Bastos que eu ia brilhar no ciberespaço".
Ora 3 anos depois...
as visitas são poucas, os posts menos ainda...
Professor, parece que se enganou!
De qualquer forma...com 3 anos, o Barras ainda só está a aprender a andar. É que as quedas traumatizaram o pequeno!
segunda-feira, 15 de março de 2010
(bem tentei, mas não consegui encontrar um título adequado)
"There comes a moment when is more than just a game. And you either take that step forward or you turn around and walk away."
Hoje é dia de dar o passo em frente! :)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Damn!
- So do all who live to see such times, but that is not for them to decide. All we have to decide is what to do with the time that is given to us. There are other forces at work in this world...."
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Magui's Anatomy
"Comunicação. É a primeira coisa que realmente aprendemos na vida. O curioso é que quando crescemos, aprendemos as palavras e falamos, mais difícil se torna saber o que dizer. Ou como pedir aquilo de que realmente precisamos. No final do dia há coisas sobre as quais não conseguimos deixar de falar. Há coisas que não queremos ouvir. E há coisas que dizemos porque já não conseguimos ficar calados. Há coisas que são mais do que aquilo que dizemos. São o que fazemos. Há coisas que dizemos porque não temos outra escolha. Há coisas que guardamos para nós. E, não frequentemente, mas de vez em quando, há coisas que, simplesmente, falam por si. "
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Aleluia
Aleluia
Aleluia
O Código de Barras voltou à vida. Sim, porque dois meses de paragem...é quase morte. mas estou de volta e cheia de novidades. Volto licenciada e empregada...pelo menos por enquanto! O novo desafio é a imprensa regional. Depois do curso, depois do JPN, depois da SIC (ai que saudades!!!), O Informativo.
Como jornalista acho fundamental conseguir gerir várias situações. E a realidade da imprensa regional é bem diferente daquilo a que eu estava habituada. Foi aquilo de que me aperebi atá agora...e o que me têm dito. Mais um desafio, como disse. Nada como experimentar!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Estado de alma
terça-feira, 14 de julho de 2009
The girl does nothing
Does she clean up? No, she never cleans up
Does she brush up? Never brushed up
She does nothing, the girl does nothing!!!
E tenho dito!!!
terça-feira, 2 de junho de 2009
"Asas servem para voar"
(E sabe tãooooooo bem voar)
para sonhar ou para planar
Visitar espreitar espiar
Mil casas do ar
As asas não se vão cortar
Asas são para combater
Num lugar infinito num vácuo
para respirar o ar
As asas são
para proteger te pintar
Nao te esquecer
Visitar-te olhar espreitar-te
bem alto do ar
E só quando quiseres pousar
da paixão que te roer
É um amor que vês nascer
sem prazo, idade de acabar
Não há leis para te prender
aconteça o que acontecer."
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
The heart of the matter
"Na vida só uma coisa é certa além da morte e dos impostos. Não importa o quanto tentamos, não importa se as nossas acções são boas...eventualmente, vamos errar. Vamos magoar alguém. Vamos magoar-nos. E se algum dia quisermos recuperar só há uma coisa que podemos dizer......Perdoar e esquecer. É o que se diz. É um bom conselho, mas não é muito prático. Quando alguém nos magoa, nós queremos magoá-lo. Quando alguém erra connosco, nós queremos estar certos. Sem perdão, problemas antigos nunca estão resolvidos, velhas feridas nunca curam e o máximo que podemos esperar é que um dia consigamos esquecer".
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Medo do escuro...
Dúvida.
Solidão.
Arrependimento.
Embora cresçamos e nos tornemos mais inteligentes, ainda temos medo do escuro.
Dormir. É a coisa mais simples de fazer. Apenas...fechamos os olhos. Mas, para muito de nós o sono parece estar fora de alcance. Queremos, mas não sabemos como o conseguir. Mas quando enfrentamos os nossos fantasmas, enfrentamos os nossos medos e pedimos ajuda, a noite não é assim tão assustadora porque percebemos que não estamos sozinhos no escuro".
Temporada5, Episódio 9 ("In the midnight hour")
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Saudades...muitas saudades!!!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Natal de fundo de gaveta
Passos apressados como se o tempo dirigisse a sua vida. Olhar decidido, colado na montra de cada loja sem sequer reparar nas pessoas com quem se cruzam. O acumulado de sacos que carregam não deixa dúvidas… são os “consumidores natalícios”.
O Natal, no fundo, resume-se a uma época de consumismo. Todos temos consciência que a figura do velhinho simpático, vestido de vermelho é apenas o retrato animado do mais terrível e desumano dos vendedores que a coca-cola alguma vez lançou. Os portugueses gastam o que têm e, muitas vezes, o que não têm e, claro, entram no novo ano “de tanga”. Obviamente, a culpa é do Governo que aumenta os impostos e nunca dos caprichos dos portugueses que, durante quase um mês, esgotam os stocks das lojas para que até o gato e o periquito tenham a melhor prenda.
Pobres dos portugueses. Vivem num mundo de fantasia, no qual Sócrates é a bruxa má e o povo a Bela Adormecida que espera pelo príncipe que a vai acordar do seu “sonho” profundo.
No Natal esquecem-se das dívidas e apenas se preocupam em oferecer o melhor presente, que no fundo, não podem comprar, sem sequer pensar que podiam ajudar aqueles que realmente precisam. Os sem-abrigo assistem a todo este ambiente festivo e, no seu pedaço de calçada, pedem mais uns cêntimos para poderem comprar a próxima refeição. A sua existência passa completamente despercebida aos “consumidores natalícios”. Afinal, o Natal é tempo de amor e paz. Devemos deixar de lado os problemas, as preocupações e os pensamentos negativos. Ah, também é tempo de prendas, muitas prendas. São elas que tornam o Natal uma época tão especial. Rever a família, dar o braço a quem só precisa da nossa mão não é importante quando se tem o Pai-Natal como herói. Ele é amigo das crianças. Não deixa nenhuma criança do mundo sem comida, mas pode deixá-la sem a próxima refeição.
O Natal desperta vários fantasmas: o da solidão, dos sem-abrigo, dos doentes nos hospitais, dos idosos nos lares, crianças nos orfanatos. Contudo, o que mais me inquieta no Natal não é a hipocrisia que acompanha a época, ou a fome que contrasta com a aparente abundância. O que realmente me aborrece no Natal é a falta de espaço, é que já não tenho mais gavetas para guardar os milhões de pares de meias e cuecas que ao longo dos anos me têm vindo a oferecer...
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Momento de reflexão... (também é preciso)
Fernando Pessoa

