Ainda não tinha falado deste trabalho...«Porto à Deriva», uma reportagem desenvolvida durante o estágio curricular no Jornalismo Porto Net (JPN) pela Inês Andrade, pela Mariana d'Orey, pela Melanie Antunes e por mim.
Foi um projecto no qual, pessoalmente, tive muito gosto em participar. Pela descoberta, pelo significado, pelo meu Porto.
Aproveito para agradecer a todos os que directa ou indirectamente colaboraram connosco. Obrigada :)
Ahhh...parece que fomos nomeadas para um prémio de Ciberjornalismo na categoria de «Ciberjornalismo Académico». Aproveitem e votem nos vossos favoritos aqui!
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Fado de Coimbra traz saudade à Casa da Música
Grupos de fado do Porto reuniram-se, este domingo, para homenagear os fadistas de Coimbra. Espectáculo está inserido no projecto "Antologia do Fado"
Notícia disponívem em Jornalismo Porto Net
Notícia disponívem em Jornalismo Porto Net
"Porto em Directo"
O JPN foi espreitar o ensaio geral do "Porto em Directo". Peça retrata a vida e as pessoas da Invicta.
Notícia completa em Jornalismo Porto Net
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sábado, 28 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Público.pt ganha prémio de excelência em ciberjornalismo
Dossiê "Prostituição no Porto" do JPN vence o galardão Ciberjornalismo Académico.
O Observatório de Ciberjornalismo da Universidade do Porto distinguiu esta sexta-feira o que de melhor Portugal produz no jornalismo online. O júri atribuiu ao Público.pt o prémio "Excelência Geral em Ciberjornalismo".
O dossiê "Prostituição no Porto", da autoria de Bárbara Oliveira e Marisa Pinho, publicado no JPN, venceu na categoria Ciberjornalismo Académico.
Os prémios foram atribuídos pelo Obciber, o Observatório de Ciberjornalismo do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação, das universidades do Porto e de Aveiro.
Lista completa dos Vencedores:
Excelência geral em ciberjornalismo:
jornal «Público» (prémio da exclusiva responsabilidade do júri);
- Breaking News:
jornal «Público» com o assalto ao BES;
- Reportagem Multimédia:
«Jornal de Notícias» com a reportagem «A Morte Lenta do Gelo Eterno»;
- Videojornalismo:
PortugalDiário com «O Lugar onde o morto matou o vivo»;
- Infografia digital:
jornal «Sol» com infografia sobre o assalto ao BES;
- Ciberjornalismo académico:
JornalismoPortoNet com «Prostituição no Porto».
JPN
O Observatório de Ciberjornalismo da Universidade do Porto distinguiu esta sexta-feira o que de melhor Portugal produz no jornalismo online. O júri atribuiu ao Público.pt o prémio "Excelência Geral em Ciberjornalismo".
O dossiê "Prostituição no Porto", da autoria de Bárbara Oliveira e Marisa Pinho, publicado no JPN, venceu na categoria Ciberjornalismo Académico.
Os prémios foram atribuídos pelo Obciber, o Observatório de Ciberjornalismo do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação, das universidades do Porto e de Aveiro.
Lista completa dos Vencedores:
Excelência geral em ciberjornalismo:
jornal «Público» (prémio da exclusiva responsabilidade do júri);
- Breaking News:
jornal «Público» com o assalto ao BES;
- Reportagem Multimédia:
«Jornal de Notícias» com a reportagem «A Morte Lenta do Gelo Eterno»;
- Videojornalismo:
PortugalDiário com «O Lugar onde o morto matou o vivo»;
- Infografia digital:
jornal «Sol» com infografia sobre o assalto ao BES;
- Ciberjornalismo académico:
JornalismoPortoNet com «Prostituição no Porto».
JPN
"Não existe jornalismo do cidadão", defende professor João Canavilhas

Professor da UBI encerrou o primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.
A expressão "jornalismo do cidadão" adoptada pela maioria dos órgãos de comunicação social "é ridícula", defende João Canavilhas, professor da Universidade da Beira Interior e jornalista. O investigador prefere chamar-lhe "participações do cidadão" e não vê diferenças entre elas e as tradicionais cartas dos leitores para que se justifique o rótulo "jornalismo do cidadão".
No final do primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo, Canavilhas defendeu a necessidade de uma nova linguagem e uma adaptação a este novo meio que é a Internet. A grande maioria dos vídeos que são publicados nos jornais online não seguem "a linguagem online, são apenas a adaptação das outras linguagens a esta”.
Segundo o autor, as características da Internet trazem consequências para o jornalismo, mas também para o jornalista. Se, por um lado, os media online têm de responder à ânsia de informação por parte dos leitores, que "querem saber cada vez mais sobre os mais variados temas", vão existir jornalistas a trabalhar para várias plataformas e com várias tarefas ao mesmo tempo.
Estas novas actividades do jornalista vão conduzir também a uma maior autonomia do profissional da comunicação. Surgem novas linguagens informáticas e diversos percursos de leitura.
Na opinião de Canavilhas, "os jovens lêem cada vez menos" e o jornalista deve estar preparado para produzir conteúdos para novos suportes, como os telemóveis ou as consolas portáteis.
JPN
"A imprensa não vai desaparecer", prevê Rámon Salaverría

Convergência foi a palavra de ordem no primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.
A convergência nos meios de comunicação no contexto actual da Internet é já uma realidade em quase todo o mundo, mas os resultados da integração não são, para já, visíveis. A opinião foi expressa por Rámon Salaverría, jornalista e professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra, esta quinta-feira, no primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.
Na apresentação "Uno para todos y todos para uno? Los medios de comunicación ante la convergencia digital", Rámon Salaverría disse que convergência é "um fenómeno tendencial, um processo dinâmico", enquanto "a integração é um dos seus eventuais resultados".
"Não há uma convergência empresarial, mas parece que ela tem que existir junto dos jornalistas", criticou.
Segundo o investigador, a Internet surge como um meio capaz de integrar a imprensa, a rádio e a televisão. Esta inevitabilidade não passa pela "morte do papel". "A imprensa, como media, não vai desaparecer", mas vai perder a sua hegemonia, previu.
Para Salaverría, o importante não é o suporte, mas sim aproveitar todas as possibilidades do meio. "O jornalista é aquele que se dedica a informar e não aquele que escreve em jornais", disse, que sublinha também a tendência de produção de texto, imagem, infografia e vídeo por uma mesma redacção.
JPN
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