segunda-feira, 20 de abril de 2009

"Porto em Directo"

O JPN foi espreitar o ensaio geral do "Porto em Directo". Peça retrata a vida e as pessoas da Invicta.




Notícia completa em Jornalismo Porto Net

domingo, 12 de abril de 2009

sábado, 28 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

Twitter


Resolvi seguir as tendências e começar a "Twittar".

Podem encontrar-me em

http://twitter.com/AnaMPinto

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Surpresas...

O nosso Ricardo Fortunato à vezes tem o poder de fazer coisas "mágicas". Este vídeo é a prova disso.

Tenho o prazer de apresentar os Finalistas de Jornalismo 2008/2009!!!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

The heart of the matter

"Na vida só uma coisa é certa além da morte e dos impostos. Não importa o quanto tentamos, não importa se as nossas acções são boas...eventualmente, vamos errar. Vamos magoar alguém. Vamos magoar-nos. E se algum dia quisermos recuperar só há uma coisa que podemos dizer...

...Perdoar e esquecer. É o que se diz. É um bom conselho, mas não é muito prático. Quando alguém nos magoa, nós queremos magoá-lo. Quando alguém erra connosco, nós queremos estar certos. Sem perdão, problemas antigos nunca estão resolvidos, velhas feridas nunca curam e o máximo que podemos esperar é que um dia consigamos esquecer".

Obama toma posse como presidente dos EUA


Barack Obama tomou hoje posse como 44.º Presidente dos Estados Unidos da América. Os americanos têm o seu primeiro Presidente negro.




"America is a friend of each nation and every man, woman, and child who seeks a future of peace and dignity!"

Barack Obama

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Ano novo, vida velha - O síndroma do bom português

O ano começa com mais do mesmo: crise económica. É notícia em todos os órgãos de comunicação social, na mensagem de Ano Novo do Presidente da República. Eu só me pergunto: e novidades? A verdade é que eu já não me lembro de Portugal não estar em crise.
Simon Johnson economista-chefe do FMI diz que “nenhum país escapará ao abrandamento económico” e por isso os portugueses vão diluindo a sua crise na crise dos outros. O economista recusa-se a falar de crise. Nos Estados Unidos não, está claro. Por cá “crise” é a palavra de ordem desde…sempre. A economia portuguesa já estava mal antes do ataque às torres gémeas em Setembro de 2001.
No ano seguinte Portugal conseguiu a medalha de ouro no maior défice orçamental da Europa. Em 2003 Manuela Ferreira Leite, então Ministra das Finanças pede contenção e em 2004, surpreendemente, a crise agrava-se.
Com uma democracia frágil, um Governo que só pensa em Magalhães e em ano de eleições, os portugueses não têm de se assustar. Recessões, crescimentos abaixo dos 2%, endividamentos e défices astronómicos são os pratos preferidos dos portugueses. Nesta mudança de ano até eu podia ter substituído a Maya no programa “Fátima” e ler o tarot para o ano que agora começa. Para todos os signos do zoodíaco: “um 2009 tranquilo, sem surpresas ou alterações significativas na sua boa vida de português. A boa amiga e companheira crise estará sempre do seu lado. Pode contar com a sua cumplicidade e presença, porque os astros nunca o deixam ficar mal”.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O ofício do Jornalismo


Em 3 curtas entrevistas, o autor relembra a essência, a alma e a paixão do jornalismo.

Os Cínicos não servem para este ofício - Conversas sobre o Bom Jornalismo

Ryszard Kapuscinski

(traduzido do italiano por Sandra Escobar)


O estranho nome do escritor polaco pode não ser fácil de memorizar, mas obras como “O Imperador”, “Ébano”, ou “Império”, fizeram de Ryszard Kapuscinski (n. 1932) um dos principais autores contemporâneos.
Nesta obra, o repórter aborda os problemas que surgiram no jornalismo e no mundo dos meios de comunicação. Em 3 entrevistas onde o escritor e jornalista está do outro lado do microfone, o leitor é levado numa viagem pelo longo percurso profissionsal de Kapuscinski. Além do trajecto do autor, dos requisitos para ser jornalista, somos também contemplados com a sua visão do papel dos jovens no mundo actual e o facto de os jornalistas “envelhecerem rapidamente”.
Apesar de o título parecer altivo, para Kapuscinski a questão é fácil: “a nossa profissão não pode ser perfeitamente exercida por alguém que seja cínico. Há que distinguir o seguinte: uma coisa é sermos cépticos, realistas e prudentes, o que é absolutamente necessário, senão não podíamos fazer jornalismo; outra coisa completamente diferente é sermos cínicos, uma atitude incompatível com a profissão do jornalista”.
O ritmo fluido e a linguagem simples do primeiro capítulo fazem o leitor entrar numa “conversa” interessante com o autor, que se dissipa na segunda entrevista. Apesar da paixão com que Kapuscinski fala das suas histórias em África, o discurso é mais maçudo e pode conduzir à desistência da leitura. Para aqueles que se aventuram ao terceiro capítulo, o esforço é recompensado com “O Conto num dente de alho”. O debate com John Berger, escritor e crítico de arte, propicia uma discussão entre os diferentes tipos de escrita dos dois autores.
Para jornalistas, estudantes e apaixonados da área uma obra imprescindível.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Público.pt ganha prémio de excelência em ciberjornalismo

Dossiê "Prostituição no Porto" do JPN vence o galardão Ciberjornalismo Académico.

O Observatório de Ciberjornalismo da Universidade do Porto distinguiu esta sexta-feira o que de melhor Portugal produz no jornalismo online. O júri atribuiu ao Público.pt o prémio "Excelência Geral em Ciberjornalismo".

O dossiê "Prostituição no Porto", da autoria de Bárbara Oliveira e Marisa Pinho, publicado no JPN, venceu na categoria Ciberjornalismo Académico.

Os prémios foram atribuídos pelo Obciber, o Observatório de Ciberjornalismo do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação, das universidades do Porto e de Aveiro.

Lista completa dos Vencedores:

Excelência geral em ciberjornalismo:
jornal «Público» (prémio da exclusiva responsabilidade do júri);

- Breaking News:
jornal «Público» com o assalto ao BES;

- Reportagem Multimédia:
«Jornal de Notícias» com a reportagem «A Morte Lenta do Gelo Eterno»;

- Videojornalismo:
PortugalDiário com «O Lugar onde o morto matou o vivo»;

- Infografia digital:
jornal «Sol» com infografia sobre o assalto ao BES;

- Ciberjornalismo académico:
JornalismoPortoNet com «Prostituição no Porto».

JPN

"Não existe jornalismo do cidadão", defende professor João Canavilhas


Professor da UBI encerrou o primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.

A expressão "jornalismo do cidadão" adoptada pela maioria dos órgãos de comunicação social "é ridícula", defende João Canavilhas, professor da Universidade da Beira Interior e jornalista. O investigador prefere chamar-lhe "participações do cidadão" e não vê diferenças entre elas e as tradicionais cartas dos leitores para que se justifique o rótulo "jornalismo do cidadão".

No final do primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo, Canavilhas defendeu a necessidade de uma nova linguagem e uma adaptação a este novo meio que é a Internet. A grande maioria dos vídeos que são publicados nos jornais online não seguem "a linguagem online, são apenas a adaptação das outras linguagens a esta”.

Segundo o autor, as características da Internet trazem consequências para o jornalismo, mas também para o jornalista. Se, por um lado, os media online têm de responder à ânsia de informação por parte dos leitores, que "querem saber cada vez mais sobre os mais variados temas", vão existir jornalistas a trabalhar para várias plataformas e com várias tarefas ao mesmo tempo.

Estas novas actividades do jornalista vão conduzir também a uma maior autonomia do profissional da comunicação. Surgem novas linguagens informáticas e diversos percursos de leitura.

Na opinião de Canavilhas, "os jovens lêem cada vez menos" e o jornalista deve estar preparado para produzir conteúdos para novos suportes, como os telemóveis ou as consolas portáteis.

JPN

"A imprensa não vai desaparecer", prevê Rámon Salaverría




Convergência foi a palavra de ordem no primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.


A convergência nos meios de comunicação no contexto actual da Internet é já uma realidade em quase todo o mundo, mas os resultados da integração não são, para já, visíveis. A opinião foi expressa por Rámon Salaverría, jornalista e professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra, esta quinta-feira, no primeiro dia do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo.
Na apresentação "Uno para todos y todos para uno? Los medios de comunicación ante la convergencia digital", Rámon Salaverría disse que convergência é "um fenómeno tendencial, um processo dinâmico", enquanto "a integração é um dos seus eventuais resultados".
"Não há uma convergência empresarial, mas parece que ela tem que existir junto dos jornalistas", criticou.

Segundo o investigador, a Internet surge como um meio capaz de integrar a imprensa, a rádio e a televisão. Esta inevitabilidade não passa pela "morte do papel". "A imprensa, como media, não vai desaparecer", mas vai perder a sua hegemonia, previu.

Para Salaverría, o importante não é o suporte, mas sim aproveitar todas as possibilidades do meio. "O jornalista é aquele que se dedica a informar e não aquele que escreve em jornais", disse, que sublinha também a tendência de produção de texto, imagem, infografia e vídeo por uma mesma redacção.

JPN