O Gato Fedorento despediu-se dos ecrãs com o Diz que é uma espécie de reveillon. Foi um adeus em grande, em directo de um Pavilhão Atlântico cheio. A ideia de "celebrar" a passagem de ano de 1984 para 1985 foi no mínimo inovadora. Ao palco do Pavilhão Atlântico subiram nomes da música portuguesa dos anos 80 como As Doce, Trabalhadores do Comércio, Jáfumega, Rádio Macau, Da VInci e os Clã. O único nome internacional foi Sabrina, que interpretou o seu conhecido Boys Boys Boys. Apesar de ter gostado imenso de ver As Doce, o meu momento preferido foi a actuação dos Clã, que nos inundaram com as memórias de infância. Interpretaram um medley de músicas infantis que incluiram Dartacão, Abelha Maia, Heidi, Vicky... Soube bem!!!
Passos apressados como se o tempo dirigisse a sua vida. Olhar decidido, colado na montra de cada loja sem sequer reparar nas pessoas com quem se cruzam. O acumulado de sacos que carregam não deixa dúvidas… são os “consumidores natalícios”.
O Natal, no fundo, resume-se a uma época de consumismo. Todos temos consciência que a figura do velhinho simpático, vestido de vermelho é apenas o retrato animado do mais terrível e desumano dos vendedores que a coca-cola alguma vez lançou. Os portugueses gastam o que têm e, muitas vezes, o que não têm e, claro, entram no novo ano “de tanga”. Obviamente, a culpa é do Governo que aumenta os impostos e nunca dos caprichos dos portugueses que, durante quase um mês, esgotam os stocks das lojas para que até o gato e o periquito tenham a melhor prenda.
Pobres dos portugueses. Vivem num mundo de fantasia, no qual Sócrates é a bruxa má e o povo a Bela Adormecida que espera pelo príncipe que a vai acordar do seu “sonho” profundo.
No Natal esquecem-se das dívidas e apenas se preocupam em oferecer o melhor presente, que no fundo, não podem comprar, sem sequer pensar que podiam ajudar aqueles que realmente precisam. Os sem-abrigo assistem a todo este ambiente festivo e, no seu pedaço de calçada, pedem mais uns cêntimos para poderem comprar a próxima refeição. A sua existência passa completamente despercebida aos “consumidores natalícios”. Afinal, o Natal é tempo de amor e paz. Devemos deixar de lado os problemas, as preocupações e os pensamentos negativos. Ah, também é tempo de prendas, muitas prendas. São elas que tornam o Natal uma época tão especial. Rever a família, dar o braço a quem só precisa da nossa mão não é importante quando se tem o Pai-Natal como herói. Ele é amigo das crianças. Não deixa nenhuma criança do mundo sem comida, mas pode deixá-la sem a próxima refeição.
O Natal desperta vários fantasmas: o da solidão, dos sem-abrigo, dos doentes nos hospitais, dos idosos nos lares, crianças nos orfanatos. Contudo, o que mais me inquieta no Natal não é a hipocrisia que acompanha a época, ou a fome que contrasta com a aparente abundância. O que realmente me aborrece no Natal é a falta de espaço, é que já não tenho mais gavetas para guardar os milhões de pares de meias e cuecas que ao longo dos anos me têm vindo a oferecer...
Longe vão os tempos em que os opositores ao fascismo se reuniam no Piolho, para debater ideias e realizar tertúlias nas noites do Porto. Local de reunião de intelectuais e artistas de várias gerações, o Piolho acompanhou períodos fundamentais da história da cidade do Porto. Testemunhas disso dão as inúmeras placas espalhadas pelas suas paredes. Nos anos 60 e 70, o Piolho congregava activistas estudantis de várias tendências e jovens trabalhadores de fortes convicções e é, ainda hoje, o ponto de encontro de estudantes de diferentes faculdades. Para qualquer estudante o Piolho é mais do que um simples café. "Piolho é encontro, é folia, é amizade, é juventude, são os eternos anos de estudante”, diz Graça Salgueiro, estudante universitária. Ponto invariavelmente ligado aos estudantes, tem como particularidade a clientela diversificada e o ambiente informal.
José Martins considera que a remodelação recente não fez com que o Piolho perdesse o seu vínculo do café dos estudantes, mas a deslocação das Faculdades para o Campo Alegre ou para o Hospital de S. João fez com que durante o dia houvesse “maior diversificação de faculdades”. “Temos agora a reitoria que preencheu a vaga que os estudantes deixaram durante o dia. À noite, continua a ser o ponto de encontro dos estudantes”.
O nome Piolho vem do elevado número de estudantes que frequentavam o café: “há 60 ou 70 anos atrás só os homens vinham ao Piolho e o espaço começou a tornar-se demasiado pequeno para tantos estudantes e eles acabaram por se considerar como uns piolhos no meio do espaço”.
José Martins é proprietário do café mais popular entre os estudantes da Invicta. Há 37 anos comprou, com o seu cunhado, o café Piolho e desde então fez deste “a sua primeira casa”.
Começou a trabalhar muito cedo, aos 10 anos, e desde então nunca mais parou. Aos 16 anos, à procura de melhores condições de vida, emigrou para França de onde regressou com 27 anos. Foi para o Porto, comprou o Piolho e hoje, com 55 anos, deseja perpetuar a tradição, “com muito orgulho eu consigo preservar a tradição do Piolhocomo café dos estudantes”. Considera mesmo que o Piolho é um café de tradições “os familiares transmitem uns aos outros, os próprios estudantes transmitem aos caloiros”. Também os alunos de Erasmus também levam o Piolhopara o país deles, “os novos “Erasmus” que vêm já perguntam pelo Piolho. Já sabem que é aqui que se encontram, que é aqui que se bebe boa cerveja e o xi-ri-pi-ti que foi inventado por mim”.
Com uma clientela que abrange, essencialmente, a faixa etária dos 18 aos 25 anos, José Martins confessa que “a droga é uma preocupação de todos nós”. Não o preocupa o consumo de drogas dentro do seu estabelecimento, uma vez que dentro de um ou dois meses nem se poderá fumar no Piolho, mas considera que este é um problema de todos.
Entre risos confessa que o Piolho, mais do que o seu negócio, é a sua primeira casa. “ Eu sou ao contrário dos estudantes. Eles dizem que o Piolho é a sua segunda casa, mas é a minha primeira porque não estou tanto tempo na minha habitação como aqui”.
Recebe todos os estudantes de braços abertos e estes tratam-no com todo o respeito. “Temos uma relação de amizade. Eu vejo neles não um cliente, mas um amigo”. Considera que, no Piolho, todos os estudantes são acarinhados e eles retribuem com palavras “que são muito sensibilizadoras”. As placas que dão um colorido especial às paredes do café são também oferecidas pelos estudantes como homenagem ao Piolho. “É com muito orgulho que recebemos todas as placas. No Piolhohaverá sempre espaço para as placas que os estudantes nos ofereçam”.
"Foi a primeira vez que, em nome próprio, os Da Weasel subiram a este palco, naquela que constituiu uma das maiores produções de sempre a nível nacional".
"Um espectáculo bem pensado, alinhamento dividido em três partes de maneira a revisitar as diferentes tendências musicais do grupo desde a fase mais pesada, às canções de embalar, tudo apoiado num imponente jogo de luzes, e até explosões em palco, ao nível do melhor que se vê em produções de grandes nomes internacionais".
"Com uma produção única, que diríamos semelhante à dos artistas internacionais que costumam passar pelas grandes salas lisboetas, comprovaram que estão ao nível dos melhores".
"Foi provavelmente a noite de maior realização dos Da Weasel". Nunca me deixes
Casa
Oh nigga,tu és nigga,nigga (Ft. Gato Fedorento)
Grande concerto...MESMO!!! Estes Da Weasel são grandes, gigantes....50m de altura. ;) A crew partiu à aventura e divertiu-se imenso :D
Fantastic 4 representa...TÁS NA BOA Fantastic 4 arrebenta...TÁS NA BOA
A Vanessa Fernandes está tão habituada a vencer que quando vai à praia não apanha bronze, apanha ouro.
sabem qual é a radio mais ouvida nas maternidades?? -é a radio reNASCENÇA
Sabem porquê que as bandas de rock não precisam de electricidade??? -Porque têm bateria…
Que nome se dá a um grupo de cães??? Cão-junto.
Sabem o quê que costumam comer as pessoas alérgicas??? Pedras, terra, etc... Sabem porquê??? Porque todas as pessoas com alergia dizem: "Porra, que comi-chão!!!"
Sabem como se chama o tio da parede??? É o Ti`Jolo...
Para onde vai a comida apreendida nos restaurantes pela ASAE? Para a cadeia alimentar.
Sabem a anedota do elevador? Não? Eu também não, fui pelas escadas!
Acho que não preciso dizer nada...vocês percebem muito bem o que esta música significa!!!! Adoro-vos mt... vocês fazem-me falta!!!
Em especial pa ti, Mariana!!!
Expensive Soul - 13 Mulheres
se tu quiseres um motivo eu dou-te dois(dou-te um, dois) seres bela é um facto talvez não seja exacto, e depois? olho pra ti vejo que não mudou(yeah) é só esta noite depois disso acabou(yo não há mais nada entre nós baby)
sabes bem, o que importa é a nota sem ela não tens resposta pra mim(yeah, yeah, yeah) sabes bem, tudo gira à tua volta e eu não quero cenas assim o que é que tem? o mundo não é pequeno e na volta ainda voltas pra ver(yeah, yeah, yeah) está-se bem, hoje dormes tu com a fama porque amanha eu vou renascer
eu pudia um dia ter sido o que quiseste dar o braço a torcer, isto não é um teste imagina só o que é que eu tenho a perder para mim é uma queca pra ti é lazer yo, senta-te um pouco a ver se consegues não sujes a cama se é que preferes com tantas mulheres o que é que sujeres? amanha dou de fuga e tu não percebes porquê? nem tudo tem que ser lógico eu curto mais analógico damas assim sou alérgico sem te querer tiram mérito(eu sei) acabei de assinar um contracto com a EMI viste bem, apareço na TV? mas isso nao quer dizer nada quem ama prefere o amor do que a fama
(refrão)
tu queres eu dou-te(yeah) mais um minuto para tu perceberes não há desculpa, sem ter culpa a minha agenda é curta pra viver se quiseres saber até estou em alta por que a luxúria a mim não me faz falta tudo o que vai, vem tudo o que cai, (...) e tu nao voltas(nao, yeah, yeah)
Eu sei que já todos estavam com saudadades dos segundinhos de tortura... Pois bem, aqui estão eles! Regressaram as aulas, regressaram as piadas...
O que se diz dos caloiros gordos? -Diz-se que têm caloirias a mais.
O que diz o tijolo para a tijola? Há um ciumento entre nós.
Lili Caneças foi buscar o filho de uma amiga à escola... - Ollááá, táá bom? Então, como é que foram as aulas hoje? - Foi bom. Hoje aprendemos álgebra. - Ai que máximo, que fofo! E como é que se diz "bom dia" em álgebra?
Sabem qual é a única zona da cidade da Porto onde não há cegos? É a Boavista.
Por que é que um gato ao atravessar a rua olha pra um lado e depois para o outro? -Porque não consegue olhar para os dois ao mesmo tempo...
Quais são as flores que ficam bem nos pés? São dálias! E agora.. Qual é o animal que fica bem nos pés? São patos!
Por que é que a Pamela Anderson continua tão Hot passados tantos anos? -Porque o Silicone é um bom isolador térmico!
As sardinhas não dormem... ...passam pelas brasas.
Por que é que as aves voam para Sul? -Porque é muito longe para irem a pé.
um barco com 99 pessoas vira-se ao contrario, quantas sobrevivem????? - 66
Não tenho o que dizer São só palavras E o que eu sinto Não mudará
Tudo o que quer me dar É demais É pesado Não há paz
Tudo o que quer de mim Irreais Expectativas Desleais
That’s it There is no way It over, Good luck
I have nothing left to say It’s only words And what I feel Won’t change
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me É demais / It´s too much É pesado/ It’s heavy Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me Irreais / Isn´t real Expectativas / Expectations Desleais
Mesmo, se segure Quero que se cure Dessa pessoa Que o aconselha
Há um desencontro Veja por esse ponto Há tantas pessoas especiais
Now even if you hold yourself I want you to get cured From this person Who poisoned you
There is a disconnection See through this point of view There are so many special people in the world So many special people in the world In the world All you want All you want
Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me É demais / It´s too much É pesado / It's heavy Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me Irreais/ Isn't real Expectativas / Expectations Desleais
Now were Falling into the night Um bom encontro é de dois
"Existo sem que o saiba e morrerei sem que o queira. Sou o intervalo entre o que sou e o que não sou, entre o que sonho e o que a vida faz de mim, a média abstracta e carnal entre coisas que não são nada,sendo eu nada também."